Recente notícia publicada no Estado dá conta de que o total da inadimplência no financiamento de automóveis passa dos R$ 13 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões já estão atrasados há mais de 90 dias. É um dado preocupante, mas, de certa forma, esperado. O problema é que ele vem cedo demais, uma vez que o Brasil ainda não atingiu o segundo estágio da atual crise internacional.
Tendo na base a quebra de confiança na economia, a atual crise, em boa parte dos países desenvolvidos, pode ser dividida em três fases.A primeira derrubou o crédito e quebrou bancos, seguradoras e fundos de investimentos; a segunda atingiu a economia real, diminuindo o consumo, os investimentos e a capacidade de produção; e agora entra uma terceira, representada pela perda do emprego e pela quebra de empresas.
O Brasil sente a falta de crédito e a redução da capacidade de produção da economia real, mas ainda não foi atingido pelo desemprego e pela quebra de suas empresas. Este quadro, segundo os analistas, só deve acontecer no ano que vem e em ritmo mais ameno que em várias outras nações.E é aí que mora o perigo: com a economia ainda a salvo das conseqüências de uma forte onda de desemprego, a indústria automobilística já sente a queda das vendas, fruto da falta do crédito fácil, da inadimplência e da conseqüente maior exigência para a concessão de financiamentos, especialmente os de longo prazo.
Mas a inadimplência detectada é apenas a ponta de um iceberg, atualmente representado apenas pela soma dos prazos dos financiamentos com a falta de capacidade de grande parte dos compradores honrarem seus compromissos.Este quadro deve se agravar com a chegada do terceiro momento da crise, uma vez que com o desemprego a inadimplência aumenta, tornando-se um problema sério para as instituições comprometidas com o financiamento de veículos.
Em outras palavras, o crédito para financiamento de veículos, que começava a ficar escasso pela falta de dinheiro no mercado, deve ficar ainda mais difícil de ser conseguido, pelo aumento dos juros praticados e pela seletividade imposta pelas financeiras para a sua concessão.As montadoras e os principais importadores sabem que o mar não está para peixe e que o cenário de demanda aquecida visto até recentemente, e sentido, antes de tudo, na volta do ágio praticado em determinados modelos, é coisa do passado, tanto que as montadoras já programam férias coletivas e os importadores fazem promoções para diminuir seus estoques.
Este quadro adverso impacta a atividade seguradora. O seguro de automóveis é o grande responsável por boa parte do dinheiro em caixa das companhias de seguros. Seguro de giro rápido, as entradas e saídas decorrentes das apólices de automóveis são responsáveis por parte significativa do dinheiro à disposição destas empresas.Além disso, são grandes captadoras de recursos para investimento no mercado financeiro. Não é por outra razão, senão a taxa de juros e a alta da bolsa até meados do ano, que uma parte do segmento está com o preço de seus seguros de automóveis abaixo do ideal.
O retorno financeiro justificava um eventual prejuízo industrial, uma vez que o resultado operacional ficava positivo, em função do resultado das aplicações compensarem o prejuízo com o próprio negócio.Com a crise, a situação muda de figura. A queda das vendas dos veículos novos afeta o crescimento da atividade seguradora pela redução do número de novos negócios. Os preços baixos destas apólices comprometem o resultado das companhias. O excesso de oferta de veículos deve reduzir o valor dos seminovos e, por tabela, o prêmio dos seguros.E o desemprego impossibilitará o reajuste dos prêmios.
Neste cenário, 2009 será um ano complexo, no qual a sintonia fina das companhias, a parceria com bons corretores e a calma para esperar passar a tormenta terão reflexos diretos nos resultados de cada um dos envolvidos, sejam seguradores, canais de distribuição ou outros prestadores de serviços.
Por Antonio P. Mendonça
Fonte: Revista Mapfre
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Após 3 meses de lei seca, número de acidentes fatais tem queda de 8%
1.756 motoristas foram presos em flagrante por embriaguez 2.797 condutores foram autuados por dirigir bêbados
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após três meses de vigência da lei seca, a queda nos acidentes fatais foi de 8%. O balanço dos números no primeiro trimestre da lei seca nos 61 mil quilômetros de rodovias federais foi divulgado na última segunda-feira (22).
Segundo a PRF, esta taxa já foi maior; nos dois primeiros meses de vigência da lei, a queda no número de acidentes fatais era de 13,6%.Segundo a PRF, a ausência de fiscalização no interior do país, sobretudo nas pequenas cidades, é responsável pela diminuição na tendência de queda dos acidentes fatais registrada nos dois primeiros meses da lei.
"A responsabilidade pela segurança do trânsito se divide entre União, Estados, Municípios e, sobretudo, a sociedade. Se um destes elos se partir, o esforço de todos fica comprometido", afirma o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Cardoso Derenne.
Entre o início da lei seca, no dia 20 de junho, até 20 de setembro, a PRF computou 33.497 acidentes, com 1.697 mortos e 18.759 feridos. No mesmo período de 2007, foram 30.835 acidentes, 1.808 mortes e 18.596 feridos. O número de acidentes com mortos caiu de 1.469 em 2007 para 1.351 em 2008. Ou seja, o número de acidentes e feridos aumentou em 2008, mas o número de mortes diminuiu.
O número de prisões por embriaguez nas estradas, no primeiro trimestre de vigência da lei, foi de 1.756 motoristas presos em flagrante. No total, 2.797 condutores foram autuados por dirigir embriagados.
Fonte: Negócios para corretores - Mapfre
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após três meses de vigência da lei seca, a queda nos acidentes fatais foi de 8%. O balanço dos números no primeiro trimestre da lei seca nos 61 mil quilômetros de rodovias federais foi divulgado na última segunda-feira (22).
Segundo a PRF, esta taxa já foi maior; nos dois primeiros meses de vigência da lei, a queda no número de acidentes fatais era de 13,6%.Segundo a PRF, a ausência de fiscalização no interior do país, sobretudo nas pequenas cidades, é responsável pela diminuição na tendência de queda dos acidentes fatais registrada nos dois primeiros meses da lei.
"A responsabilidade pela segurança do trânsito se divide entre União, Estados, Municípios e, sobretudo, a sociedade. Se um destes elos se partir, o esforço de todos fica comprometido", afirma o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Cardoso Derenne.
Entre o início da lei seca, no dia 20 de junho, até 20 de setembro, a PRF computou 33.497 acidentes, com 1.697 mortos e 18.759 feridos. No mesmo período de 2007, foram 30.835 acidentes, 1.808 mortes e 18.596 feridos. O número de acidentes com mortos caiu de 1.469 em 2007 para 1.351 em 2008. Ou seja, o número de acidentes e feridos aumentou em 2008, mas o número de mortes diminuiu.
O número de prisões por embriaguez nas estradas, no primeiro trimestre de vigência da lei, foi de 1.756 motoristas presos em flagrante. No total, 2.797 condutores foram autuados por dirigir embriagados.
Fonte: Negócios para corretores - Mapfre
Redução do crédito reduz vendas de automóveis em outubro
Pela primeira vez em 2008, as vendas de veículos tiveram queda na comparação anual
Segundo dados divulgados esta semana pela associação das montadoras, a Anfavea, revelam que as vendas de veículos novos em outubro caíram 2,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado e retraíram-se ainda mais, 11%, para 239,2 mil, em relação a setembro.
A baixa acentuada deve-se à escassez de crédito gerada pela crise financeira internacional. No caso das vendas de automóveis, significou aumento dos juros e número menor de parcelas, que já chegaram a 72 meses sem entrada.A retração nas vendas puxou também o freio da produção.
A fabricação de 296,3 mil veículos no mês passado foi 1,3% menor que a de setembro e 0,3% sobre outubro do ano passado.No ano, as vendas permanecem no território positivo, com alta de 23,4% sobre o mesmo período de 2007, atingindo 2,45 milhões de unidades, volume que está próximo da projeção da Anfavea para o ano (3,06 milhões de unidades, com alta de 24,2%). Já a produção até agora avançou 17,6%, para 2,92 milhões de unidades, ritmo acima da estimativa da entidade para o ano, de 15% (ou 3,425 milhões).
Em valores, as exportações de veículos e máquinas agrícolas avançaram 2,7% em outubro sobre setembro, para US$ 1,29 bilhão, mas recuaram 4,8% sobre o mesmo mês do ano passado. No ano, os embarques de janeiro a outubro cresceram 7,4%, somando US$ 12 bilhões.
Fonte: Negócios para corretores
Segundo dados divulgados esta semana pela associação das montadoras, a Anfavea, revelam que as vendas de veículos novos em outubro caíram 2,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado e retraíram-se ainda mais, 11%, para 239,2 mil, em relação a setembro.
A baixa acentuada deve-se à escassez de crédito gerada pela crise financeira internacional. No caso das vendas de automóveis, significou aumento dos juros e número menor de parcelas, que já chegaram a 72 meses sem entrada.A retração nas vendas puxou também o freio da produção.
A fabricação de 296,3 mil veículos no mês passado foi 1,3% menor que a de setembro e 0,3% sobre outubro do ano passado.No ano, as vendas permanecem no território positivo, com alta de 23,4% sobre o mesmo período de 2007, atingindo 2,45 milhões de unidades, volume que está próximo da projeção da Anfavea para o ano (3,06 milhões de unidades, com alta de 24,2%). Já a produção até agora avançou 17,6%, para 2,92 milhões de unidades, ritmo acima da estimativa da entidade para o ano, de 15% (ou 3,425 milhões).
Em valores, as exportações de veículos e máquinas agrícolas avançaram 2,7% em outubro sobre setembro, para US$ 1,29 bilhão, mas recuaram 4,8% sobre o mesmo mês do ano passado. No ano, os embarques de janeiro a outubro cresceram 7,4%, somando US$ 12 bilhões.
Fonte: Negócios para corretores
sábado, 7 de junho de 2008
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Um grande abraço
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sexta-feira, 21 de março de 2008
Como fazer para evitar acidentes ao mudar de pista?
Para evitar acidentes ao mudar de pista você deverá manter os espelhos laterais do seu automóvel a 90 graus para reduzir os PONTOS CEGOS;Mais de 600 mil acidentes ocorrem nos Estados Unidos causados por mudança de pista
Mais de 200 pessoas morrem a cada ano nestes acidentes;
60% dos motoristas que ocasionam o acidente alegam não ter visto o outro veículo;
Manter os espelhos a 90 graus - visualize a pista e não a lateral do seu veículo e você verá os outros veículos mais rapidamente e por mais tempo;
CINCO BOAS RAZÕES PARA MANTER OS ESPELHOS A 90 GRAUS.1) - Você não precisará olhar sobre seus ombros;2) - Você dará apenas uma rápida olhada no espelho para ver o ponto cego (ao olhar e voltar à posição normal você perde alguns segundos e não vê o que está à sua frente);3) - Ao olhar pelo espelho, você manterá também a atenção do que está à sua frente;4) - Você terá uma visão total, incluindo os pontos cegos;5) - à noite, as luzes dos faróis dos outros veículos não refletirão nos espelhos;Você deverá levar algum tempo para mudar seus seus hábitos, para acostumar-se à nova posição dos espelhos, seja persistente, isto ajudará a melhorar sua segurança e comodidade.
A BOA VISIBILIDADE É IGUAL A ZERO ACIDENTES.Fonte: General Motors do Brasil Diversos \n - CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA NO CONTRATO DE SEGURO (versão 2) - CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA NO CONTRATO DE SEGURO",1]
);
//-->
A BOA VISIBILIDADE reduz A ZERO o número de ACIDENTES.
Fonte: General Motors do Brasil
Confira a matéria na íntegra clicando AQUI:
Visite nosso site e fique bem informado sobre o mercado de seguros.
Mais de 200 pessoas morrem a cada ano nestes acidentes;
60% dos motoristas que ocasionam o acidente alegam não ter visto o outro veículo;
Manter os espelhos a 90 graus - visualize a pista e não a lateral do seu veículo e você verá os outros veículos mais rapidamente e por mais tempo;
CINCO BOAS RAZÕES PARA MANTER OS ESPELHOS A 90 GRAUS.1) - Você não precisará olhar sobre seus ombros;2) - Você dará apenas uma rápida olhada no espelho para ver o ponto cego (ao olhar e voltar à posição normal você perde alguns segundos e não vê o que está à sua frente);3) - Ao olhar pelo espelho, você manterá também a atenção do que está à sua frente;4) - Você terá uma visão total, incluindo os pontos cegos;5) - à noite, as luzes dos faróis dos outros veículos não refletirão nos espelhos;Você deverá levar algum tempo para mudar seus seus hábitos, para acostumar-se à nova posição dos espelhos, seja persistente, isto ajudará a melhorar sua segurança e comodidade.
A BOA VISIBILIDADE É IGUAL A ZERO ACIDENTES.Fonte: General Motors do Brasil Diversos \n - CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA NO CONTRATO DE SEGURO (versão 2) - CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA NO CONTRATO DE SEGURO",1]
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A BOA VISIBILIDADE reduz A ZERO o número de ACIDENTES.
Fonte: General Motors do Brasil
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Seguro para carro inclui 'chofer' para quem abusa da bebida
Contar com ajuda para dirigir o carro em segurança de volta para casa depois de extrapolar na bebida não é privilégio somente de quem tem amigos sóbrios. A colaboração pode ser comprada juntamente com o seguro de automóvel.
O serviço "Motorista Amigo", oferecido pela SulAmérica Seguros, funciona assim: caso não esteja em condições de dirigir, o segurado liga para um número de assistência 24 horas e recebe em pouco tempo a visita de dois motoristas ao local em que ele se encontra: um para levar o cliente até sua residência e outro para levar seu veículo, que é estacionado no local indicado.
O conforto é tanto que não é preciso nem se lembrar do caminho de casa: se o segurado esquecer o endereço da residência, a equipe do serviço estaciona o carro em lugar seguro, informa a localização a porteiros ou familiares e ainda entrega as chaves mediante protocolo.
A procura pelo produto, que está incluso em dois dos pacotes de seguros automotivos da companhia, cresceu 21% no ano passado, em relação a 2006, segundo a gerente de produtos da Sulamérica, Simone Sartor.
Precavidos
Criado em 2000 para reduzir riscos e prejuízos para o cliente e para a seguradora, a demanda pelo produto ainda é menor do que a projetada pela companhia. “Gostaríamos que ele fosse mais demandado do que é. Existe no Brasil a cultura de que não se entrega carro na mão de outra pessoa, e isso dificulta um pouco”, explica.
A gerente de contas Paula Redondo Almeida, 35 anos, sofreu um acidente de carro há nove anos, porque dormiu na direção. “Eu trabalhei muito e saí umas quatro horas da manhã do escritório, com muito sono, e sofri um acidente. Não sobrou nada do meu carro”, diz.
Desde que usou o “Motorista Amigo” pela primeira vez, ela faz questão de manter o serviço.
No prazo de um ano, ela utilizou o "chofer" da seguradora uma vez, depois de sair à noite com uma amiga. Mas, para ela, a assistência tem outras utilidades. “Se um dia eu quiser beber e extrapolar, posso chegar com segurança em casa. Ou para uma pessoa que mora sozinha, que é estudante e passa mal, toma soro e não pode dirigir, eles te buscam”.
Além disso, o serviço é uma boa estratégia para reduzir prejuízos, diz ela. “Uma pessoa que dirige bêbada pode matar outras, se envolver em acidentes graves e a seguradora tem que cobrir indenizações e o estrago de muitos carros”.
Fonte: Segs - Fonte ou Autoria é : G1
18-fev-2008
Confira a matéria na íntegra clicando AQUI:
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Como requerer o DPVAT
O Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT) é um direito assegurado a todos os cidadãos, mas ainda é pouco conhecido pela população. Ele é pago anualmente pelos proprietários de veículos, no período do licenciamento, e pode ser utilizado quando ocorrer um acidente de trânsito com ou sem vítimas fatais.
O DPVAT garante uma indenização à vitima de acidente ou seu beneficiário de R$ 13,5 mil em caso de morte, até R$ 13,5 mil para invalidez permanente, e até R$ 2,7 mil, por pessoa, para cobertura de despesas médicas e hospitalares, inclusive despesas dentárias comprovadamente decorrentes de um acidente provocado por veículos automotores de via terrestre, ou por sua carga. Todas as vítimas têm direito a receber o benefício, seja o motorista, o passageiro ou o pedestre, independentemente da apuração de culpa.
O valor do seguro pago pelos proprietários de motocicletas, ciclomotores, motonetas e triciclos sofreu um reajuste este ano, definido pela Resolução 174/07 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda. A partir de janeiro, o valor cobrado na época do licenciamento passou a ser R$ 255,13.
Requerimento
Para requerer a indenização não é necessário o auxílio de intermediários, basta que o interessado - o próprio acidentado ou seu beneficiário - compareça a uma das seguradoras que integram o convênio DPVAT portando todos os documentos necessários. O pedido de indenização pode ser realizado em até três anos a partir da data do acidente.Caso o tratamento médico já esteja em andamento e a hipótese da incapacidade física ainda não tenha sido atestada pelo Instituto Medico Legal (IML), o prazo será contado a partir da elaboração do laudo conclusivo do IML. O pagamento da indenização é liberado após 30 dias da entrega da documentação na seguradora.[8]
Se houver mais de uma vítima em um mesmo acidente, todas serão indenizadas individualmente, para que cada uma tenha o direito de receber o valor integral individual de sua indenização ou reembolso.
Segs - Fonte ou Autoria é : Seguros.com.br
12-fev-2008
Carro 1.0 litro perde mercado e status de popular
Daniel Ottaiano Direto de São Paulo
Os carros populares no Brasil estão perdendo o espaço de destaque no mercado. O principal vilão é o preço alto, que leva os veículos com motores 1.0 litro para valores próximos de segmentos superiores, como automóveis de motorização 1.4 litro. Especialistas da indústria automobilística confirmam a tendência: os carros "mil" perderam a popularidade.
Apesar de a palavra "popular" ser comum para definir os veículos com motor 1.0 litro, especialistas afirmam que o termo está errado. "Popular não existe mais; é a linha mil", afirma George Assad Chahade, presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp).
Para José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil e consultor da indústria automobilística, popular hoje no País é o automóvel usado. "Carro popular no Brasil é um fusca 1,3 mil cilindradas", diz. "A entrada de pessoas de baixa renda no mercado automotivo se dá pelo mercado de usados".
De acordo com dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a participação dos populares no total de carros vendidos tem caído ano a ano desde 2002, quando uma reforma tributária diminuiu a diferença do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) cobrado para veículos 1.0 e com motorização melhor, aproximando os valores de venda dos automóveis.
Em 1994, quando houve grande incentivo ao carro popular, suas vendas representavam 40% do total dos veículos 0 km vendidos no País. Sempre em ascendência, o auge ocorreu em 2001, quando 71,1% dos veículos vendidos foram desse segmento. Após isso, a participação caiu a cada ano até que, no ano passado, o valor fechou em 54%, segundo a Anfavea.
Para Ferro, essa tendência é explicada pelo "amadurecimento natural do mercado". Segundo ele, o motor 1.0 é "artificial" e "muito fraco" para os carros vendidos com essa opção hoje no País.
"É um motor muito fraco para carros como o Gol, Fiesta e Palio. Depois que o consumidor experimenta um carro popular e o carro não rende, acaba optando por motorização melhor na hora de uma nova aquisição", afirma Ferro.
Chahade concorda e diz que a melhora da economia contribuiu para que o consumidor optasse por carros melhores.
"O 1.0 é bom como carro de uso cotidiano, que acaba trazendo economia de combustível. O consumidor, a partir do momento que melhora a economia, quando analisa a diferença entre o popular e o 1.4, começa a entrar nesse mercado (superior)".
Valorização
Enquanto carros populares tiveram uma valorização de até 179% entre 1994 e 2008, veículos top de linha das montadoras tiveram menor aumento de preços. Segundo dados da Assovesp, em 1994, um Uno Mille, da Fiat, saía por R$ 8.297 e, hoje, é vendido por R$ 23.180, um aumento de 179%. Por outro lado, nos carros de valores mais altos da montadora, um Tempra, há 14 anos, saía por R$ 36 mil e um Stilo hoje é comercializado por, no mínimo, R$ 51.780 - diferença de 43%.
Na Chevrolet, em 1994, um Corsa, automóvel de entrada da montadora na época, era vendido por R$ 9.558, e um Celta, o carro popular fabricado atualmente, hoje, sai por R$ 26.128 (aumento de 173%) - o Corsa subiu de categoria e hoje é comercializado por mais de R$ 30 mil. Já um Vectra, naquela época, custava R$ 30 mil, e, hoje, o mesmo carro é comercializado por, no mínimo, R$ 56.974 (89% de diferença).
Apesar disso tudo, Chahade não acredita que os carros "mil" serão totalmente substituídos por veículos melhores. "Não vai ser substituído, mas deve ficar no percentual de 50% (de vendas em relação ao total)".
Nesse ponto, José Roberto Ferro discorda e diz que a tendência "é acabar esse tipo de carro". No entanto, o consumidor que vê nos 1.0 a oportunidade de ter um automóvel novo a um custo menor não precisa perder a esperança.
Para Ferro, quando chegar ao País um novo tipo de carro, que seja menor e se adapte melhor ao motor mil, a classe baixa será beneficiada. "Um carro mais urbano, que comporte dois ou, no máximo, três passageiros, é o ideal".
Domingo, 17 de fevereiro de 2008, 13h00
Fonte: Redação Terra
Os carros populares no Brasil estão perdendo o espaço de destaque no mercado. O principal vilão é o preço alto, que leva os veículos com motores 1.0 litro para valores próximos de segmentos superiores, como automóveis de motorização 1.4 litro. Especialistas da indústria automobilística confirmam a tendência: os carros "mil" perderam a popularidade.
Apesar de a palavra "popular" ser comum para definir os veículos com motor 1.0 litro, especialistas afirmam que o termo está errado. "Popular não existe mais; é a linha mil", afirma George Assad Chahade, presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado de São Paulo (Assovesp).
Para José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil e consultor da indústria automobilística, popular hoje no País é o automóvel usado. "Carro popular no Brasil é um fusca 1,3 mil cilindradas", diz. "A entrada de pessoas de baixa renda no mercado automotivo se dá pelo mercado de usados".
De acordo com dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a participação dos populares no total de carros vendidos tem caído ano a ano desde 2002, quando uma reforma tributária diminuiu a diferença do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) cobrado para veículos 1.0 e com motorização melhor, aproximando os valores de venda dos automóveis.
Em 1994, quando houve grande incentivo ao carro popular, suas vendas representavam 40% do total dos veículos 0 km vendidos no País. Sempre em ascendência, o auge ocorreu em 2001, quando 71,1% dos veículos vendidos foram desse segmento. Após isso, a participação caiu a cada ano até que, no ano passado, o valor fechou em 54%, segundo a Anfavea.
Para Ferro, essa tendência é explicada pelo "amadurecimento natural do mercado". Segundo ele, o motor 1.0 é "artificial" e "muito fraco" para os carros vendidos com essa opção hoje no País.
"É um motor muito fraco para carros como o Gol, Fiesta e Palio. Depois que o consumidor experimenta um carro popular e o carro não rende, acaba optando por motorização melhor na hora de uma nova aquisição", afirma Ferro.
Chahade concorda e diz que a melhora da economia contribuiu para que o consumidor optasse por carros melhores.
"O 1.0 é bom como carro de uso cotidiano, que acaba trazendo economia de combustível. O consumidor, a partir do momento que melhora a economia, quando analisa a diferença entre o popular e o 1.4, começa a entrar nesse mercado (superior)".
Valorização
Enquanto carros populares tiveram uma valorização de até 179% entre 1994 e 2008, veículos top de linha das montadoras tiveram menor aumento de preços. Segundo dados da Assovesp, em 1994, um Uno Mille, da Fiat, saía por R$ 8.297 e, hoje, é vendido por R$ 23.180, um aumento de 179%. Por outro lado, nos carros de valores mais altos da montadora, um Tempra, há 14 anos, saía por R$ 36 mil e um Stilo hoje é comercializado por, no mínimo, R$ 51.780 - diferença de 43%.
Na Chevrolet, em 1994, um Corsa, automóvel de entrada da montadora na época, era vendido por R$ 9.558, e um Celta, o carro popular fabricado atualmente, hoje, sai por R$ 26.128 (aumento de 173%) - o Corsa subiu de categoria e hoje é comercializado por mais de R$ 30 mil. Já um Vectra, naquela época, custava R$ 30 mil, e, hoje, o mesmo carro é comercializado por, no mínimo, R$ 56.974 (89% de diferença).
Apesar disso tudo, Chahade não acredita que os carros "mil" serão totalmente substituídos por veículos melhores. "Não vai ser substituído, mas deve ficar no percentual de 50% (de vendas em relação ao total)".
Nesse ponto, José Roberto Ferro discorda e diz que a tendência "é acabar esse tipo de carro". No entanto, o consumidor que vê nos 1.0 a oportunidade de ter um automóvel novo a um custo menor não precisa perder a esperança.
Para Ferro, quando chegar ao País um novo tipo de carro, que seja menor e se adapte melhor ao motor mil, a classe baixa será beneficiada. "Um carro mais urbano, que comporte dois ou, no máximo, três passageiros, é o ideal".
Domingo, 17 de fevereiro de 2008, 13h00
Fonte: Redação Terra
Venda de carro não puxa seguro
Diferente do crescimento nas vendas de carros no Brasil, que registrou 40% de aumento em janeiro comparado com o mesmo mês do ano passado, o mercado de seguros de automóveis nacional e no interior paulista teve pequena variação nos últimos cinco anos.
Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), autarquia do Ministério da Fazenda, a quantidade de veículos expostos (estimativa de apólices feitas e mantidas durante todo o ano) no interior do Estado em 2006 era de 1.099.763, contra 1.167.063 em 2005, ou seja, queda de 5,8%. Em 2007 foram 533.464 veículos expostos no interior paulista até o final de junho, o que corresponde a um decréscimo de 3%.
Em todo o Brasil, essa variação registrou crescimento de 1,2% entre 2005 e 2006 e decréscimo de 3,6% entre 2006 e o ano passado. Nos últimos cinco anos, esse número tem se mantido perto de um milhão de veículos expostos na região de Ribeirão e cresceu 12%.
O que mudou foi o valor pago pelo seguro de veículos, que teve aumento significativo nos últimos cinco anos: o total de prêmios (valor total pago pela apólice) no interior do Estado em 2006 foi de cerca de R$ 980 milhões, 36% a mais do que os cerca de R$ 630 milhões em 2002.
Segundo o coordenador de gerência de estatísticas da Susep, Aníbal Vasconcelos, o valor dos seguros aumentou devido, principalmente, ao aumento da criminalidade. "O total de prêmios pagos cresceu mais que a inflação, mas a criminalidade cresce muito forte no país. A correção acompanhou não só os índices inflacionários, mas também o crescente medo que as pessoas têm de perder seus veículos", afirma.
Com relação à pequena oscilação na quantidade de veículos expostos, Vasconcelos acredita que isso se deve à transferência de apólices para compra de novos carros, ou seja, boa parte dos consumidores mantém o seguro do veículo e a maior parte dos consumidores que adquirem carros usados não se preocupam em fazer seguro. "O seguro para carros usados ainda é caro", completa.
Há quatro meses com o novo carro, Sandra Lança Silvio, do lar, transferiu o seguro do veículo anterior para o novo carro. Faz 15 anos que ela tem seguro dos veículos que dirige e diz que nos últimos cinco sentiu no bolso o aumento do valor pego pelo serviço. "Tudo tem aumentado, senti que estou pagando mais pelo seguro. Mas mesmo assim vale a pena continuar desenbolsando porque os riscos de bater o carro ou de ser roubado são grandes hoje", afirma.[2]
Ana Paula Novo Ruiz, representante de medicamentos, tem seguro de carro há cinco anos, e já comprou seu terceiro veículo nesse período. Ela está pagando cerca de R$ 300 a mais no seguro do carro atual em comparação com o antigo. "Ficou mais caro não só pelo carro que comprei, que é mais caro, mas também pelo reajuste de contas", afirma.
Segs - Fonte ou Autoria é : GUILHERME TAVARES/Gazeta de Ribeirão
14-fev-2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
DONOS DE FOX DENUNCIAM ACIDENTES COM PORTA-MALAS
A vantagem de aumentar ou diminuir o tamanho do porta-malas do Fox, carro fabricado pela Volkswagen, transformou-se em uma armadilha para os proprietários. O equipamento opcional,
disponibilizado na parte interna do veículo, já provocou ao menos oito acidentes graves - nos quais as vítimas tiveram um ou mais dedos da mão mutilados.
No total, há relatos de 22 pessoas machucadas no País, que nos últimos três anos tiveram de unhas e peles arrancadas a esmagamentos e dedos decepados. O assunto foi tema de reportagem recente da revista Época.
O número de acidentados foi levantado por uma das vítimas, o químico Gustavo Funada, hoje com 51 anos. No final de 2004, ele perdeu a parte superior do dedo médio da mão direita no porta-malas do seu Fox e foi atrás de outras pessoas que sofreram o mesmo tipo de acidente. "Fiz um banco de dados e, de lá para cá, já são 22 pessoas cadastradas", conta Funada. "A empresa não tomou nenhuma providência efetiva. Por mês, são em média dois proprietários que entram em contato comigo por causa disso".[1]
Os acidentes acontecem sempre da mesma forma. O usuário puxa uma pequena alça flexível que ficaembaixo do banco traseiro, para afastar ou aproximar o encosto do assento traseiro. O perigo é quando o motorista encaixa o dedo na argola dessa alça. Esse movimento faz com que uma mola seja destravada, pressionando o dedo do usuário e provocando uma reação parecida com o movimento de uma guilhotina. Foi dessa forma que Funada perdeu a ponta do dedo.
Fonte:
Segs - Fonte ou Autoria é : Estadão
07-fev-2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Se você é dono de um Citröen C3 ou Picasso, atenção recall!
A Citroën está convocando para comparecer as concessionárias os proprietários do modelo C3 anos 2006 e 2007, de chassis 6B520461 a 8B500109 - e Xsara Picasso - anos 2006 e 2007, de chassis 6B520715 a 7B507949. O motivo é a substituição gratuita do interruptor do pedal do freio do veículo.
A marca constatou que esta peça pode superaquecer fazendo com que as luzes de freio permaneçam constantemente acesas, impossibilitando aos demais veículos de receberem a informação de frenagem e redução de velocidade, com riscos de acidentes de trânsito. Mais informações podem ser obtidas através da Central de Atendimento: 0800 11 80 88, ou em sua concessionária Citroën.
Fonte Auto show
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