A cada dia, cresce o número de jovens consumidores de bebidas alcoólicas e diminui a idade dos adeptos. O álcool é considerado por alguns especialistas como uma droga pesada porque, normalmente, os jovens têm dificuldade em perceber os danos, pois a dependência demora mais tempo para se instalar se comparada às outras drogas.
Ao mesmo tempo em que a lei brasileira define como proibida a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos (Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996), é comum o consumo de álcool pelos jovens – seja no ambiente domiciliar, seja em festividades, ou mesmo em ambientes públicos. Segundo o relatório da ONU divulgado em 5/11/2006 - cujos dados foram reunidos em setembro entre os principais organismos de controle e de combate às drogas, em nove países da região- a ingestão de álcool entre adolescentes foi liderada pelos estudantes da Colômbia (51,9%), seguida pelos jovens do Uruguai (50,1%) e do Brasil (48%).
Para identificar o abuso, devemos estar atentos a algumas coisas:
- alta tolerância ao álcool (resistir a várias doses sem ficar bêbado);
- aumento na freqüência no uso;
- beber rapidamente;
- hábito de beber sozinho;
- uso de álcool com alguma finalidade, sem gostar da bebida (para se soltar em uma festa, para participar de algum grupo, etc.)
- instabilidade emocional.
- alta tolerância ao álcool (resistir a várias doses sem ficar bêbado);
- aumento na freqüência no uso;
- beber rapidamente;
- hábito de beber sozinho;
- uso de álcool com alguma finalidade, sem gostar da bebida (para se soltar em uma festa, para participar de algum grupo, etc.)
- instabilidade emocional.
O uso problemático de álcool por adolescentes está associado a prejuízos no desenvolvimento da própria adolescência. Alguns riscos são mais freqüentes nesta etapa do desenvolvimento, pois expressam características próprias desta fase, como o desafio a regras e a onipotência. O adolescente acredita estar magicamente protegido de acidentes, por exemplo, e também se sente mais autônomo na transgressão, envolvendo-se assim em situações de maior risco, por muitas vezes com conseqüências mais graves.Os prejuízos associados ao uso de álcool estendem-se ao longo da vida. Seus efeitos repercutem na neuroquímica cerebral, em pior ajustamento social e no retardo do desenvolvimento de suas habilidades, já que um adolescente ainda está se estruturando em termos biológicos, sociais, pessoais e emocionais. O uso de álcool na adolescência expõe o indivíduo a um maior risco de dependência química na idade adulta e está associado a uma série de prejuízos neuropsicológicos, como a perda de memória.A redução do consumo de álcool entre os jovens depende da fiscalização e principalmente da educação. É preciso fazer cumprir a lei e também uma campanha para conscientizar as pessoas. Todos nós temos que fiscalizar e impedir essa prática. A polícia nem sempre tem o efetivo suficiente para atacar o problema..
Nenhum comentário:
Postar um comentário